Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012
MATINAS

 

Uma semana depois a ânimo continua a ver o sol nascer e a dar graças por tal Benção,a admirar-se e a agradecer todos os incríveis gestos de amizade, a exaltar-se com os mais recônditos pormenores em que tropeça, desde o continuado voo das gaivotas, aos ansiosos e cansados rostos dos habitantes das paragens do 727,732,para terminar nas derradeiras despedidas do astro rei ele mesmo desesperado pela primavera que tarda.

Mas...uma semana depois, a ânimo reconhece que precisa de mais algum tempo para beber até à última gota o sangue de uma compulsividade comunicativa que jamais poderá voltar a criar-lhe a ilusão de que o mundo só pula e avança na rigorosa proporção do seu desmedido e desregrado egocentrismo.
A ânimo esteve no fabuloso concerto de Ano Novo e também na homenagem a Gustav Leonhardt, chegou, finalmente, à fala com esse imparável João Vaz, dinamizador por excelência dos adormecidos órgãos de Lisboa e com quem queremos voltar a falar, a ânimo tem visitado exposições, doentes com a morte no horizonte, gente com ideias aos montes....e com tudo a ânimo se rejubila sem que tenha de descer à vila.
Por quê, então, este continuado silêncio?
Essa resposta só a continuação deste silêncio permitirá.
A ânimo aceita, no entanto, que quem quiser possa subir a este terreiro dos "COMENTARIOS", ou através do seu mail, aqui apressando, com o seu voluntário testemunho, o fim deste silencioso mundo.
Muito obrigado.

antónio colaço

 

COMENTÁRIOS

 

De Paulo a 26 de Janeiro de 2012 às 10:50

 

Foi realmente um silêncio algo insurdecedor...
Algo de estranho se passa no reino da Dinamarca.
Espero que resulte apenas da elevada ocupação com o novo projeto.
Abraço
Paulo
*******************************************************
De jose sobral ribeiro a 26 de Janeiro de 2012 às 14:58
Dias de nevoeiro,dias de chuva é um carrocel de idas e vindas do bom e mau tempo.
Estamos cá é para isso gozar o sol, e a chuva , a neve e as amizades saudosas que perdemos por aqui e por ali.... foram-se os anos da juventude,vieram os da madureza, estes nos ensinam o que no passado era trovoada, ou repicar dos sinos no amor, na fantasia e no deixa andar.
Como é bom ser sábio, sabendo que nada sabemos e que fazemos prosa de ignorâncias que chocalham no coração, mas para nós são bombons saborosos a satisfazer vaidades...sei lá...
Frei Zé de Matosinhos


publicado por animo às 08:48
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