Terça-feira, 4 de Novembro de 2008
Intervalo musical
micaspiano

Quem disse que as coisas por aqui não estavam animadas?! Micas, a pequena gata que ciranda pelo nosso virtual convento, resolveu prendar-nos com a sua mais recente composição musical "Serenata para Jingo".

Jing....o quê?!

O quê, não sabes o que quer dizer Jingo?!

Então espera um pouco mais. Deixa-te surpreender, já que tardas em surpreender-nos a nós. Ou, de como  é bom estar por aqui e ser surpreendido com as fabulosas colaborações que, de vez em quando, se metem ao caminho!

Já voltamos.ac


publicado por animo às 17:18
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WEB MISSA
missananet

Da Lusa de ontem. Para ler e perceber que, afinal, as novas tecnologias são mesmo para criar novas sinergias e, no caso dos emigrantes de S. Marinho de Sande, estar em contacto, mesmo que visual, ajudará a encurtar a distância...espiritual.

Guimarães, 03 Nov (Lusa) - A paróquia de S. Martinho de Sande, em Guimarães, equipou a igreja para poder transmitir a missa pela Internet, revelou à Lusa o pároco local.

    "É um processo informático simples que foi adaptado às necessidades da igreja", explicou o padre Abel Arantes de Faria, salientando que a primeira emissão vai ter lugar no próximo domingo no site da paróquia, seguindo-se depois transmissões regulares das eucaristias dominicais.

    "Não conheço nenhuma situação idêntica a esta, em que a missa de domingo possa ser vista em qualquer parte do mundo", salientou o sacerdote.

    A igreja de S. Martinho de Sande sofreu obras de restauro durante dois anos e foi colocado um sistema de videogilância, através de seis câmaras, que pode ser visto on-line por cinco elementos do Conselho Económico da paróquia.

    "Agora a igreja estará sempre aberta já que haverá sempre alguém a ver o que se passa no interior do templo", explicou Abel Faria.

    "A ideia de transmitir a missa e as cerimónias religiosas pela Internet nasceu para aproveitar o investimento que tínhamos feito nas câmaras de vigilância", disse a mesma fonte.

    A juntar às seis câmaras já instaladas, foi colocada na igreja uma nova máquina, capaz de filmar todo o espaço. As imagens captadas, vão estar disponíveis em www.mogulus.com, no espaço TVSande.

    Com cinco mil habitantes e cerca de 1.500 participantes regulares nas cerimónias religiosas, a freguesia tem grande parte da população a residir no estrangeiro e esse é também o público-alvo destas emissões.

    "As pessoas deixaram a freguesia porque procuram uma vida melhor em outras terras mas, quando regressam para passar férias, assistem à missa", salientou o padre Abel Arantes de Faria.

    No entanto, será mais a pensar nos "emigrantes, nos idosos e nos doentes", a missa das 11:00, ao domingo, pode ser seguida via Internet, através da TVSande.

    Também no edifício da igreja foram introduzidas diversas alterações. Atrás do altar-mor foi colocado um projector multimédia que fará projecções numa tela colocada no meio do templo.

    E o próprio altar dispõe de um painel electrónico que muda as imagens religiosas expostas. Com um custo total de 350 mil euros, as obras de restauro do edifício, construída há duzentos anos, incidiram apenas no interior do templo.

    "A população está ansiosa para poder ver o resultado do investimento e para poder assistir à missa através da Internet", salientou o sacerdote.




 Lusa/Fim


 




 




 



publicado por animo às 17:00
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Escolhas
infantesanto

Afinal, este lugar onde passo todos os dias, hoje, revelou-se-me no seu esplendor. Infante Santo de mim, nem sempre estou disponível, assim. As coisas estão lá, sempre. Nós é que nem sempre escolhemos vê-las com o  esplendor que trazemos adormecido, no aconchegado recanto das nossas retinas.

ac



publicado por animo às 11:42
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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008
OUTONO.Um mês depois vale a pena continuar?


Irmão Dióspireiro, do meu querido Vale das Árvores, que, neste momento, tenho na minha frente em versão digital, graças às maravilhas da técnica - sim ainda sou do tempo em que era preciso deslocarmo-nos à sede do concelho, quando em férias, para deixar lá o rolo 126, asa, creio, da saudosa maquineta preta saída na farinha Amparo, rolo, cujas fotografias, estariam prontas daí a uma semana pois seriam enviadas para revelar para uma outra terra, creio, e só convoco isto para a conversa para se perceber como hoje podemos fazer tanta coisa, em tão pouco tempo, ou, ainda e, pior, as coisas que hoje, com outros meios, nós deixamos de fazer para tornar os dias mais ricos e preenchidos - dizia, eu, boa tarde, irmão dióspireiro, com quem, neste momento, partilho esta minha dor tão outonal como a tua.

Sim, sinto que, folha a folha, se desprende a energia com que aqui cheguei a este terreno webniano há precisamente um mês. De facto, uma terrível melancolia percorre tudo o que em mim habitualmente mexia, tal como tu no esplendor da floração - e que eu, privilegiadamente, acompanho - e olha, fruto da não colaboração dos meus colegas, um dia, outro dia, uma saltada ao gmail, mais um telefonema para ali, uma revisitação a uma foto e outra foto mais, e as perguntas, lancinantes, que,  como folhas a desprenderem-se dos teus ramos, tomam conta do que em mim ainda ousa resistir:

-Por onde andará esta gente toda? Que temerão ? Estarão fartos desta provocação, deste desplante  de serem, assim,  desafiados a vir expôr os seus quotidianos para a net, a ponto de pressentirem que uma qualquer saltada ao google deixará expostos os seus rostos, os seus rastos? Mas, quem é que aquele gajo ( sim, assim mesmo! ) que passa os dias a qwertar-nos os nossos dias para que rezemos, de manhã, desabafemos à tarde, voltemos a rezar à noite, etc, etc se julga?

Vês, irmão dióspireiro, eu sei que devia ser forte e não me identificar com este lado condicionado da minha mente, passando ao lado do que  me propõe pensar, porque ela, mente, adora remoer neste lado da vida: melancolias, angústias, tristezas, soa tudo a desejos de passado ou ansiedades pelo futuro, passando ao lado dos verdadeiros desafios que o presente, este aqui e agora, mesmos, exigem. E depois, persistindo, sabes como dói imaginá-los, a eles, que estão no bem bom dos seus lares, a dizerem baixinho, " este gajo, agora, anda para aqui a pavonear santidade de trazer por casa, iludindo-nos com falsas colaborações que mais não são do que pequenas e subtis encenações, onde possa, subtilmente, exibir as suas pequenas e grandes frustações."

Irmão dióspireiro, sabes no que é que isto está quase a dar, que me deixe ficar como tu, impotente, ao vento e à chuva dos tantos desânimos juntos e, aos poucos, menos um post aqui, menos uma telefonadela acolá e, aquilo que queria fosse a igrejinha de S. Damião, à semelhança do nosso Francisco, na net, pouco a pouco, sem folhas, sem vida, acabe por expirar.

Irmão dióspireiro e todo o outono que carregas, sei que me acenas para que não desista, que em mim, a Primavera, ao contrário de ti é quando quiser, assim eu saiba reconhecer a força do Espírito que, desde a primeira hora me anima e impele a continuar.

Olha, se calhar, um mês depois, pode ser que este desabafo com carga outonal provoque nos meus irmãos um abalo editorial, convivencial, tipo, bora lá às arcas, bora lá aos telemóveis, bora lá aos textos, bora lá às imagens...

De facto, são possíveis novas viagens.

Boa noite.

ac


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Matinas


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Domingo, 2 de Novembro de 2008
Vésperas


Aparentemente, um pôr-do-sol, normal, como tantos outros. E no entanto, especial, porque Te descubro nele, Senhor, para celebrar o quanto és tão Especial para nós. Algures, na Beira Baixa, tão à beira de Ti, tão à beira do Alto, Tu, que de nós, sempre te abeiras. Obrigado por este fim-de-tarde, tão especial, como todos os outros, afinal, porque Tu és mesmo e sempre Especial.

"A vida humana é uma evolução contínua. Se a morte fosse a última palavra, a pessoa humana estaria a evoluir para o nada. A fé consiste em acreditar que a personalidade de cada um de nós está inscrita no eterno amor de Deus que nenhuma morte poderá vencer"

É esse o convite para a reconfortante oração de Frei Bento Domingos, hoje, no Público.

______________________________

WEBANGELHO


______________


Não deixar à morte a última palavra


02.11.2008, Frei Bento Domingues O.P.


A obra mais digna de nota de cada ser humano é ele próprio




1."Tentemos viver de tal modo que, quando morrermos, até o homem da agência funerária lamente a nossa morte." Esta proposta de Mark Twain é um grande programa. A suposição de que ele raramente é cumprido separou a festa de Todos os Santos da celebração dos Fiéis Defuntos. Há pessoas que nem no céu gostaríamos de encontrar como a morte as encontrou. Só uma boa purificação (um purgatório) as poderia tornar companhia apetecível. Quando se pensa em todos aqueles que foram um inferno para os outros, só o inferno parece o seu destino adequado.




Este aparente bom senso - a que se poderiam acrescentar as tristes "reencarnações" - não vai além da transposição para o "outro mundo" do sistema de prémios e castigos que nem para este vale grande coisa. Tem o inconveniente de não respeitar o imenso mistério da vida e da morte e faz de Deus um miserável justiceiro.
Temos testemunhos de que, há muitos milhares de anos, os seres da nossa espécie se despediam dos falecidos com diversos rituais, segundo as diferentes culturas e religiões. Confessavam, sabendo ou não de forma reflexa, que o funeral não era o fim de tudo, a última palavra sobre as pessoas que amavam. Se assim não fosse, todas aquelas flores e ritos poderiam celebrar uma memória, mas seriam dirigidos a ninguém.
Quando morre uma personalidade célebre, faz-se o elogio da sua obra, mas o autor parece que já não conta. Só há futuro para o património. Destaca-se a obra e as pessoas são reduzidas à categoria de cinzas, de estrume.
Nos cemitérios, as lápides e os jazigos podem evocar um itinerário, mas a obra mais digna de nota, de cada ser humano, é ele próprio. Ser verdadeiramente bom vale mais do que todas as realizações científicas, técnicas, filosóficas e artísticas. O santo, o verdadeiro santo, configurado pelo amor de compaixão, vale mais do que todo o mundo material, embora tudo isso possa e deva contribuir para o bem e a beleza da humanidade. Como se costuma dizer, quando morremos, deixamos tudo o que possuímos e só levamos o que somos.
Aqui, são possíveis as atitudes mais diversas, mas não é muito cristão desqualificar as posições de ateus, agnósticos ou dos membros de outras religiões. Perante a morte, não importa procurar saber quem está certo ou errado. Estamos todos sem defesa. O próprio Jesus, no Jardim das Oliveiras e na Cruz, mergulhou no medo e na angústia. O cristão deve, no entanto, estar pronto a dar razão da sua esperança.

2.Conta-se que Jesus enviou setenta e dois discípulos a anunciar o seu Evangelho. Regressaram como adolescentes de um campo de férias. Jesus ouviu tudo e confirmou que tinha sido realmente espantoso. Depois, acrescentou: "Não vos alegreis pelo facto de nada deste ou de outro mundo ter resistido à vossa palavra; alegrai-vos, sobretudo, porque os vossos nomes estão escritos nos Céus."
A expressão "nos céus" é o equivalente a Deus transcendente que está acima de todo o nome, isto é, alegrai-
-vos porque a vossa vida está para sempre inscrita no coração de Deus e ninguém vos poderá arrancar desse amor.
Ao dizer isto, o próprio Cristo ficou espantado: "Nesse mesmo instante, Jesus exultou de alegria sob a acção do Espírito Santo e disse: 'Bendigo-te, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos inteligentes e as revelaste aos pequeninos (...).' Voltando-se, depois, para os discípulos, disse-lhes em particular: 'Felizes os olhos que vêem o que estais a ver. Porque - digo-vos - muitos profetas e reis quiseram ver o que vedes e não o viram, ouvir o que ouvis e não o ouviram!'" (Lc 10, 17-24).

3. A vida humana é uma evolução contínua. Se a morte fosse a última palavra, a pessoa humana estaria a evoluir para o nada. A fé consiste em acreditar que a personalidade de cada um de nós está inscrita no eterno amor de Deus que nenhuma morte poderá vencer.
Para mim, é este o coração da revelação cristã. Não adianta preocupar-se em saber como será a vida depois da vida que conhecemos
. Não temos nem a geografia nem o calendário nem a configuração do céu. Todas as evocações ou descrições são, apenas, tentativas de preencher a nossa ignorância, transpondo, para o Além, o que há de melhor (o céu) e o que há de pior (o inferno) neste mundo. É certo que há música e pintura que procuram evocar o estado daqueles que já se encontram na alegria de Deus. No entanto, as evocações de todas as artes, mesmo as mais sublimes, serão sempre a miséria que se pode arranjar para não ficarmos mudos e cegos.
Para quem acredita que "os defuntos" estão, misteriosamente, com Cristo e connosco, neste dia dos Fiéis Defuntos deveria alterar as suas representações: não se reza por eles, reza-se com eles e eles connosco. Deus é Deus dos vivos. Não fez a morte nem à morte deixou a última palavra (Sb 1, 13-15). Não conhecemos, no entanto, nenhuma possibilidade de representar aquilo que Paulo chama "ressurreição" (1Cor 15, 53ss). Podemos, porém, rezar Àquele que tem compaixão de todos: "Porque todos são teus, ó Senhor, que amas a vida!" (Sb 11, 23. 26).

NR-Sublinhados nossos.



 

 


 





publicado por animo às 20:23
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Sábado, 1 de Novembro de 2008
Vésperas


Cemitério de Mação, esta tarde.

Mãezinhas,Paizinho,Cunhado,Avós...acreditar que as flores que vos trouxemos do Vale não podem trazer-vos de volta...O que vale é que um destes dias voltaremos a encontrar-vos na Eternidade do Grande Vale de todas as flores.

ac


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In Memoriam


Oportuna recordação de Frei Lopes Morgado.Talhão dos Capuchinhos em Gondomar.Para sempre no nosso coração.


publicado por animo às 09:24
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Matinas/Na eternidade do Deus vivo


Sei que detestas ser o deus que dá jeito, mas, obrigado, pelo pedacinho de rede com que me ajudas a começar esta enregelada e enevoada manhã.

Bom Deus, obrigado, pela oração do Pe Anselmo, no DN de hoje.

ac

DIAS DE ANIVERSÁRIO: 1 E 2 DE NOVEMBRO
Anselmo Borges
Padre e professor de Filosofia


 

Nas nossas sociedades tecnocientíficas e urbanas, a morte é tabu, mas permite-se que todos os anos, nos dias 1 e 2 de Novembro, os mortos regressem: são os dias dos mortos. E os cemitérios enchem-se de vivos, numa saudade sem fim. A palavra saudade talvez venha de solitate (solidão) - talvez melhor, de salutem dare (saudar). De qualquer forma, do abismo sem fundo da nossa solidão, ergue-se uma prece, mais religiosa ou mais laica, pelos mortos: estejam onde estiverem, que estejam bem! É o aniversário dos mortos, no sentido etimológico (annus+vertere): o que volta cada ano, todos os anos. Se pensarmos bem, não é o aniversário dos mortos, mas apenas dos vivos, que, cada ano, recordam os mortos. Para os mortos, precisamente porque apanhados pela morte, já não há aniversário.



É por isso que, na celebração do aniversário, há algo que remete para a metafísica. Como escreve o filósofo P.-H. Tavoillot, "lembra-nos que há um princípio e um fim e que, na aparente repetição das estações, se esconde um fio cada vez mais curto e ténue". Lá está o que se encontra na maior parte das lápides dos túmulos: a data do nascimento, frequentemente com a indicação de uma estrela - ter vindo à luz do mundo - e a data da morte - entre nós, a maior das vezes, com um sinal da cruz. Daí a diferença com que as crianças e os adultos encaram a festa de aniversário: os primeiros sonham exaltados com as prendas; os outros, sobretudo com o avanço da idade, tomam consciência do cutelo do tempo. O mistério do Homem é o tempo e a morte.

Foi também com Tavoillot que aprendi que a celebração do aniversário é recente. Antes, com este nome, o que se celebrava não era o dia do nascimento - aliás, antes da generalização do registo civil, a referência a esse dia nem sempre era exacta -, mas o dia da morte, concretamente dos mártires, chamado dies natalis (dia do nascimento).

A Igreja opunha-se à celebração do nascimento. Para Santo Agostinho e outros Padres da Igreja, celebrá-lo significaria, por um lado, ligar-se a práticas pagãs e, por outro, lembrar a vinda ao mundo de um pecador. Ora, exceptuando Jesus, Maria ou João Baptista, não havia "qualquer razão para alegrar-se!"

Aí está a razão de, ainda hoje, mais em países de influência protestante, como a Alemanha, estar presente a tradição de os católicos festejarem o dia do nome (Namenstag): nome do santo patrono a quem o recém-nascido foi confiado. O tempo efémero ficava ancorado na eternidade.

Ao pôr em causa o culto dos santos, "o protestantismo abriu a via do novo aniversário": atente-se nas palavras alemã - Geburtstag - e inglesa - Birthday -, com o significado explícito de dia do nascimento. Agora, a vida do indivíduo tem consistência própria e não já em referência a uma realidade superior. Mesmo entre os católicos, lentamente a festa da celebração do aniversário natalício impôs-se, e lá estão a família e os amigos e os presentes e o bolo do/da aniversariante e as velas e o canto universal do Happy Birthday to You, cuja letra remontará a 1924, mas a música a 1893.

No quadro da secularização e do individualismo, é um modo de dar sentido e consistência a uma existência que se sabe efémera e mortal: "Pelo menos uma vez por ano, o fluxo quotidiano que cada um vive tenta transformar-se em destino e até em epopeia. É uma maneira profana de dar sentido ao curso da vida." Assim, as crianças aprendem a viver; os adultos, a envelhecer; quanto aos velhos, "é um modo de os honrar", pois, num mundo de exaltação da juventude e do êxito, "a performance suprema não é envelhecer?".

Para tentar explicar o espaço e o tempo como formas da sensibilidade, segundo Kant, desafio os estudantes a captar as coisas sem o espaço e a narrar a sua vida sem o tempo. Impossível! Aí está a razão por que a morte e o seu depois, porque para lá do espaço e do tempo, são completamente irrepresentáveis para nós. Depois da morte, para os mortos, já não há aniversário, porque, com a morte, sai-se do tempo e entra-se na eternidade. Na eternidade do nada ou na eternidade de Deus. Espero que na eternidade do Deus vivo e infinitamente bom.

 



publicado por animo às 07:56
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