Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
IRMÃO SOL APROXIMA CASAQUISTÃO DE FÁTIMA
irmaosola

De volta a Portugal, como não podia deixar de ser, era hora para retemperar forças. Mas também, hora para retemperar o Espírito. Escolhemos Fátima por ser um lugar de eleição para rezar. Em Fátima sente-se a presença do Sobrenatural. (Rezar, não é falar com Deus?). Foi isso que nós fomos fazer. Depois de várias horas passadas a alimentar o Espírito, fiquei triste ao me aperceber que me tinha esquecido da máquina fotográfica em casa, o que me impossibilitou de captar algumas imagens para enviar ao Nosso Redactor, que bem precisa de material para as obras.
Tempos atrás tinha feito uma promessa, que quiz cumprir: Visitar o Frei Morgado e Seus Presépios.
Não nos conhecíamos pessoalmente. Foi este Conventinho que propiciou o nosso encontro. Estão a ver como é útil e necessário, manter esta porta aberta?

irmaosolb
Frei Morgado, peço desculpa por o ter feito acelarar o almoço. Aparecemos um pouco cêdo de mais. Depois dos abraços e cumprimentos, o Pe. Morgado fez questão que ficássemos algum tempo a conversar, na sala de estar, antes de irmos para a Sala dos Presépios. Estava um dia bastante chuvoso, o que impossibilitava uma visita ao Jardim Bíblico. A partir da janela da sala de estar, o Pe. Morgado  foi-nos explicando o nome das Árvores e Plantas do Jardim, todas mencionadas na Bíblia e existentes na Terra Santa. Um Jardim bem configurado e com um profundo Significado Bíblico. (Voltarei, talvez em Maio, mas desta vez com máquina fotográfica).
Depois passamos à Sala dos Presépios, lugar onde vai ser implantado o Museu do Presépio. É deveras deslumbrante e enorme a coleção. Vai do mais tosco , ao mais sofisticado artesanato. O Pe Morgado teve a amabilidade e paciência de nos guiar e explicar tudo até ao mais pequeno pormenor. Gostaria de ter tirado várias fotografias, mas como disse, esquedi-me da máquina. Salvou a situação o Pe. Morgado que tirou 3 fotografias, que depois me enviou por e-mail. Obrigado. Agora compreendo a necessidade de criar o espaço ‘Museu’, e que  poderá ser realidade mais cedo, com a nossa ajuda. Esta obra precisa de materiais, diferentes dos do Irmão Sol. (Estamos compreendidos?). Obrigado Pe. Morgado. Um abraço. Prometo voltar.
Regressamos a Cristelo, sempre debaixo de chuva intensa, mas felizes por este dia que foi vivido diferente.
Quase nem deu tempo para folgar. Foi começar a fazer preparativos para a viagem,que me havia de trazer  ao meu local de trabalho para mais 4 semanas.
Aeroporto do Porto, porta 33, partida para Frankfurt. Aeroporto de Frankfurt, porta B62, partida para Almaty. Em Almaty, porta G5, partida para Kysylorda. E finalmente 4 horas de carro através do deserto, até chegar até este lindo e (temporário) confortável complexo habitacional. (My home, away from home. (O meu lar, longe do meu lar). Prometo voltar. O nosso Redactor tem necessidade de materiais para as obras de restauro.
Um abraço do tamanho do mundo.
João Casais


publicado por animo às 19:16
link do post | comentar | favorito

JCASAIS.ENTRE LÁ E KÁ(ZAQUISTÃO)
frankfurt-embarque_para_almaty

Olá amigos em geral. Olá Colaço.
Depois de descansar a noite e ter estabelecido e planeado as prioridades para o dia de trabalho de hoje, cá estou para continuar a  contar mais alguma coisa desta que foi ,mais uma, das  minhas muitas e longas viagens, através de continentes e mares.

chegada_ao_aeroporto_de_kysylorda

 Os meus dotes jornalísticos são nulos, mas vou procurar retratar (à minha maneira), aquilo que foram as minhas viagens durante as Festas de Natal e Ano Novo.
Para aqueles que visitam o Irmão Sol, já sabem, que me encontro a trabalhar no Cazaquistão, para uma companhia canadiana, em regime de 4 semanas a trabalhar, 1 semana para as viagens e 4 semanas de folga. Esta é a razão das minhas longas viagens. Na minha última colaboração, já vos falei de Toronto, de Presépios ao ar livre etc.

aeroporto_de_toronto-kely__brian_na_hoara_da_despedida4
Estou certo que é fácil imaginar o que foram 10 dias em Toronto, para quem lá tem 4 filhos e 4 noras, 1 filha e 1 genro e 9 netos, (5 netos e 4 netas) !!!

passagem_de_ano
Só vos quero falar da Passagem de Ano, num Restaurante Português no seio da Comunidade Portuguesa de Toronto. Nada faltou, e tudo ao bom estilo e gosto português, desde a decoração, à comida e bebida, e à musica ao vivo.Etc. Tudo normal para uma noite de passagem de ano.

senhora_canadiana_com_93_anos_na_passagem_de_ano__comeu_bebeu_e_danc3a7ou___1

Isto se não fosse a presença de uma senhora canadiana, com 93 anos de idade !!! , (acompanhada por um neto),que comeu, bebeu vinho verde à refeição, que dançou por 3 vezes música portuguesa, e bebeu champanhe à meia noite !!! Todos ficamos rendidos à sua jovialidade, charme, lucidês e boa disposição. Foi uma noite inesquecível. Não acontece todos os dias ter uma companhia destas...

JCasais


publicado por animo às 19:13
link do post | comentar | favorito

J.CASAIS,SEMPRE PRESENTE
Olá Colaço. Olá amigos e Irmãos.
Vais levar um 20 pela tua originalidade... Tens licença e projecto para as obras?
Olha que esta serviu-me mesmo como uma luva! Não serei eu talvez, o único irmão ligado ao sector da construção? Se calhar até sou. Por isso me tocou, e valeu a pena. Foi pedra com peso, conta e medida.
Estava pronto para ir para Caminha, mas antes, fui dar uma espreitadela no conventinho a ver se havia algo de novo. Ao ver aquele sinal, senti o dever de renunciar a algum tempo de descanso para ajudar nas obras de restauro. Compreendo e aceito  a tua dificuldade em manter uma porta aberta que abriste para todos nós, e que tardamos em corresponder. Compreenderás que alguns de nós teremos dificuldade em dominar as novas tecnologias. Eu por exemplo, para não ser ultrapassado,e não me sentir envergonhado, perante os meus colegas de trabalho mais novos, e porque hoje o computador é uma ferramenta indispensável em qualquer ramo de actividade, com 61 anos de idade, fui frequentar um curso acelarado de  computadores...E esta? Só podia ser do J Casais.
Como sinal do meu compromisso, junto envio as fotos para incluires na minha reportagem, (a tal que esperas), que me comprometo a fazer, já a partir de amanhã. Mesmo que tenha de a fazer em 2 partes, por questão de tempo. (Volto amanhã, com mais).
Um forte abraço para todos
J Casais


publicado por animo às 18:46
link do post | comentar | favorito

Domingo, 1 de Fevereiro de 2009
MATINAS
cheias3

Uma paragem no tempo, Mãe, para te relembrar este pequeno ribeiro,aqui nas proximidades de Penhascoso e de quando contigo me trazias para aqui lavares a roupa. Acho que nos últimos dias estes pequenos cursos de água acordaram para os gloriosos dias de então.

cheias21

Uns quilómetros mais à frente, Abrantes, o Tejo, no seu esplendor.Um Tejo bem cheio, longe das indesejáveis cheias de 1979, creio. E em tudo agradecemos o que para nós criaste. Mesmo a sabedoria para dominar ventos e marés.E cheias!Obrigado.

antónio colaço


publicado por animo às 19:34
link do post | comentar | favorito

WEBANGELHOS
Para maior facilidade de edição, e na sequência da "falta de cimento" que falámos, aqui vão os dois Webangelhos num só!

anselmoborges_deus2

SIMONE WEIL: FILÓSOFA E MÍSTICA




Anselmo Borges
Padre e professor de Filosofia







In,Diario de Notícias,hoje



Faria 100 anos na próxima terça-feira. Nasceu no dia 3 de Fevereiro de 1909, mas morreu jovem, com 34 anos apenas. Chamava-se Simone Weil, e era de ascendência judaica. Figura complexa, filósofa de formação - as Obras Completas, na Gallimard, completarão sete volumes -, professora de Filosofia, viveu intensamente os dramas da primeira metade do século XX.



No seu número de Janeiro, Philosophie Magazine consagrou-lhe um dossier, sublinhando “a originalidade” da sua filosofia, na confluência articulada de experiência real, reflexão e acção. Aí se relata como a foram encontrar, com 11 anos apenas, no meio de uma manifestação de grevistas no boulevard Saint-Germain. Simone de Beauvoir refere nas suas Memórias um encontro na Sorbonne: Weil jura apenas pela Revolução que “daria de comer a toda a gente” e a Beauvoir, que sustenta que o verdadeiro problema é o de “encontrar um sentido” para a existência”, replica: “Vê-se bem que nunca passaste fome!”

Para perceber a alienação dos operários, tornou-se ela própria operária e sindicalizou-se: “Enquanto nos não tivermos colocado do lado dos oprimidos, para sentir com eles, não se pode tomar consciência.” Esgotada pela incapacidade de seguir a cadência infernal da produção, dirá que aí “o pensamento se encarquilha como a carne diante do bisturi”. Visionária, viu claramente que a libertação não viria nem do fascismo nem do comunismo, abstracções “ávidas de sangue humano” que remetem para “duas concepções políticas e sociais quase idênticas”.

Denunciou a exploração da classe operária e o colonialismo, mas manteve-se crítica face ao comunismo. Pôs-se ao lado da Resistência, reivindicando “uma forma de ofensiva”, mas excluindo a violência das armas. Comprometida com a liberdade e a libertação, manteve-se distante dos partidos políticos e da Igreja.

Sobre os partidos escreveu que se trata de “organismos, publicamente, oficialmente constituídos de modo a matar nas almas o sentido da verdade e da justiça”. Quanto à Igreja, temia a sua intolerância. Ficou, pois, à porta, pensando que a sua vocação era permanecer “cristã fora da Igreja”.

Embora educada no agnosticismo, viveu intensamente à “espera de Deus”. Deus não deve ser tanto procurado como esperado como graça. Essa graça consiste em “morrer para si mesmo”, ser “des-criado” e depois “re-criado” em Deus.

Nesta espera, foi determinante uma experiência em Portugal em 1935, na Póvoa de Varzim. Ela que sabia o que era o sofrimento, assistindo a uma procissão em honra da padroeira, com velas e cânticos de uma tristeza pungente - “Eu nunca escutei nada mais pungente” -, teve repentinamente “a certeza de que o cristianismo é por excelência a religião dos escravos, que os escravos não podem não aderir a ele, e eu também”.

Fui reler a sua obra Carta a um Homem Religioso, onde levanta a lista dos obstáculos que a mantiveram fora da Igreja. Tudo se resume nesta afirmação: “A Verdade essencial é que Deus é o Bem. Ele só é a omnipotência por acréscimo.” Por isso, “é falsa toda a concepção de Deus incompatível com um movimento de caridade pura. Todas as outras são verdadeiras, em graus diferentes”. Os únicos milagres são os do amor, de tal modo que “Hitler poderia morrer e ressuscitar 50 vezes que eu não o veria nunca como filho de Deus”. “A forma de pensar de Cristo era a de que devíamos reconhecê-lo como santo porque ele fazia o bem perpétua e exclusivamente.”

A Igreja centrou-se no dogma, que levou ao anátema e, assim, “estabeleceu um início de totalitarismo”. “Os partidos totalitários formaram-se devido ao efeito de um mecanismo análogo ao da fórmula anathema sit. Esta fórmula e o seu uso impedem a Igreja de ser católica, a não ser de nome.” A parábola do bom Samaritano “deveria ter ensinado a Igreja a nunca mais excomungar quem quer que fosse que praticasse o amor ao próximo”.

Só o amor salva: “Qualquer pessoa que seja capaz de um gesto de compaixão pura para com um infeliz (coisa, aliás, muito rara) possui, talvez implicitamente mas sempre realmente, o amor de Deus e a fé.”

__________________________________________________

freibentodomingos


Liberdade e humor de um teólogo
01/02/2009    Frei Bento Domingues O.P.


 
Hoje, quero recordar o dominicano francês, Christian Duquoc (1926-2008), um dos mais criativos da sua geração


1. O célebre filósofo protestante Kierkegaard imaginou, com humor ácido, Cristo, no Juízo Final, diante de um professor de Teologia: "Procuraste, em primeiro lugar, o Reino de Deus?" "Não", respondeu o professor embaraçado, "mas sei dizer, em sete línguas e talvez mais, a expressão: procurar em primeiro lugar o Reino de Deus."
Por razões diversas e às vezes opostas, os teólogos são quase sempre suspeitos. Dividi-los em conformistas e rebeldes talvez não seja a classificação mais adequada ao fenómeno imenso das correntes teológicas do século XX, cuja significação não pode ser avaliada, apenas, pelos critérios da Congregação para a Doutrina da Fé. Esta acaba de reduzir ao silêncio mais um teólogo, o jesuíta Roger Haight, que já havia sido notificado, em 2004, pelo cardeal Joseph Ratzinger. Da sua obra, que eu saiba, nada foi publicado em Portugal. No Brasil, as Paulinas editaram: Jesus, Símbolo de Deus; O Futuro da Cristologia e Dinâmica da Teologia. Espero que esse silêncio não seja definitivo e que continue, segundo o seu programa, a trabalhar na linguagem da fé apropriada à cultura pós-moderna.
Não é, no entanto, de Roger Haight que me vou ocupar. Não faltarão oportunidades. Hoje, quero recordar, para o futuro, o dominicano francês Christian Duquoc (1926-2008), um dos mais criativos da sua geração que sucedeu, imediatamente, a dois nomes inapagáveis da inovação teológica francesa, os seus confrades: Dominique Chenu e Yves Congar.

2.A teologia, na sua autenticidade, é a mobilização da imaginação e da razão, no decorrer da problemática concreta e plural da existência humana, para a autocompreensão da fé na sua historicidade, pois a fé cristã não é, simplesmente, a adesão a uma doutrina, mas uma forma de vida.
A prática teológica de Christian Duquoc não foi, apenas, a exigência da sua carreira universitária, no quadro das faculdades de Teologia de Lyon e Genebra ou das responsabilidades que teve na revista temática Lumière & Vie, e na revista internacional Concilium. Segundo ele próprio confessou, já no outono da sua vida, a paixão pela teologia nasceu, na adolescência, através da literatura: "Durante a guerra, li Dostoïevski. Este levou-me a reflectir nas relações do homem com Deus e no problema do messianismo. Li, depois, A la Recherche du Temps Perdu e muitos outros romances. Destas leituras, nascia uma visão das coisas estranha às obras clássicas da teologia. Nunca mais abandonei esta prática."
O encontro com os teólogos da libertação latino-americana - teve como aluno o peruano Gustavo Gutiérrez, pai desta corrente - foi o segundo acontecimento que o marcou. Descobriu, com eles, uma forma diferente de fazer teologia, ligada ao mundo dos oprimidos no seio da nossa história caótica. Muito inspiradores foram, também, os 15 anos de professor na Universidade protestante de Genebra. Deu-se conta de um mundo protestante, sensivelmente diferente daquele que habita o ecumenismo oficial. Os professores viviam num diálogo sem finalidade precisa. As suas relações eram desinteressadas e fora dos constrangimentos inter-confessionais. Por fim, o ensino na Universidade de Montreal (Canadá), durante uma dezena de anos, fê-lo sair das problemáticas europeias que viveu sempre intensamente. Por exemplo: o diálogo com os marxistas, anterior ao Maio de 68; a consciência da profunda descristianização do Ocidente; o devir da filosofia e da cultura ambiente com o seu agnosticismo e indiferença, que as discussões em torno dos Padres Operários e da Acção Católica escondiam. Em qualquer dos casos, "o [seu] percurso teológico foi marcado por deslocações e encontros simultaneamente literários e humanos". "Não sei se isso marcou o que escrevi. Espero que sim."

3. Marcou e muito. Como observa Claude Geffré, no seio da produção teológica mundial, Christian Duquoc tem um estilo, só dele, que não se encontra na teologia escolar ou no "pronto a pensar" teológico. A partir das ciências humanas, revisitou as questões mais difíceis, numa escrita ágil e inventiva, longe do aborrecimento que certos trabalhos universitários provocam.
O seu primeiro contributo importante surgiu, em 1964, com A Igreja e o Progresso. Passou por um conjunto de 13 grandes obras, sem contar artigos e colaborações, até 2006, com Dieu partagé. Le Doute et l'Histoire. Nesta obra, culmina um estilo e uma prática que leva a teologia a renunciar ao desejo de querer ser um sistema perfeito. Assume, no coração da Igreja, com toda a lealdade, a interrogação humana nas suas diferentes expressões e figuras e, no coração do mundo, testemunha a interrogação divina nas suas diversas formas religiosas e espirituais. Deste modo, fez da sua teologia o lugar do diálogo entre o mundo e a Igreja e entre a Igreja e a variedade de movimentos de busca do divino, sem nunca renunciar a Jesus, o homem livre, "a subversão cristã do divino".
Ch. Duquoc defendeu sempre, no seio da Igreja, a liberdade crítica do teólogo, na sua busca de inteligência da fé. Não é por acaso que a obra de homenagem, que lhe foi oferecida em 1995, tem o simples título: A Liberdade do Teólogo.

_________________________________________


PARTILHA DA PALVRA






Ontem, num encontro de antigos companheiros de seminário, dei conta da existência deste WEBANGELHO, alimentado, no meu modesto entender, por dois dos mais esclarecidos evangelizadores do sec XXI. A presidir à reunião um muito querido e conhecido bispo, agora “emérito”. Numa pequena conversa à parte reforcei-lhe a convicção. Fiquei intimamente convencido não da oportunidade do que disse mas de algum “aborrecimento” que tal intervenção causou.Longe de mim diminuir a eficácia daqueles que foram escolhidos para pregar a Palavra mas a verdade é que, na maior parte das vezes, perceber que “a fé cristã não é, simplesmente, a adesão a uma doutrina, mas uma forma de vida” implica muito trabalho, muita atenção à vida e, nela, o papel daqueles que dedicam grande parte do seu tempo a melhor perceber como pôr a nossa vida de acordo com a Vida que o Criador para nós, com Amor, disponibilizou. Sair da leitura destes textos, ou da audição de “homilias” que nos serenizam os dias, torna tudo mais fácil para percebermos que, afinal, Deus, o Seu entendimento, a Sua existência fica cada vez menos difícil. Sim, somos nós que tornámos Deus difícil. Com ou sem ex-comunhões.


antónio colaço





publicado por animo às 19:12
link do post | comentar | favorito

pesquisar
 
Julho 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


posts recentes

IR EM FRENTE MESMO QUE SE...

IDE EM FRENTE . MENSAGEM ...

PARA FÁTIMA E EM FORÇA ....

UMA ESPÉCIE DE ADEUS ATÉ ...

SANTA PÁSCOA PARA TODOS

AS MÚSICAS DA MÚSICA TOCA...

CAPUCHINHOS DE 1968 . CON...

CAPUCHINHOS DE 1968 . CON...

ANTÓNIO SILVA E ARMÉNIO M...

ALMOÇAI EM MINHA MEMÓRIA ...

arquivos

Julho 2017

Setembro 2016

Março 2016

Dezembro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Maio 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Julho 2014

Junho 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

blogs SAPO
subscrever feeds