Sexta-feira, 15 de Maio de 2009
ANTIGOS ALUNOS.NOVA EVANGELIZAÇÃO
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Realizou-se em Fátima o Congresso dos Antigos Alunos dos Seminários.

Para visionar a reportagem do Programa 70X7, clica aqui!

AS CONCLUSÕES

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Congresso Seminários: da memória à profecia

CONCLUSÕES

1 – Este Congresso teve grande participação e interesse. Conseguiu um êxito assinalável que a todos desafiou e interpelou.

2 – Para os participantes, o resultado mais palpável e imediato, foi o enriquecimento pessoal que proporcionou pelas vivências humanas e espirituais e, sobretudo, pela relação interpessoal.

3 – Muitos antigos alunos dos seminários são detentores de formação e capacidades que poderão contribuir para dar resposta ao desafio premente da nova evangelização.

4 – Mais de 67 mil cidadãos deste país devem a sua formação básica aos Seminários. Através dos Seminários, a Igreja deu um contributo significativo à formação cívica e cristã de muitos jovens.

5 – O Inquérito realizado pela UCP e os numerosos testemunhos apresentados evidenciaram, de modo eloquente, que os Seminários desempenharam um papel relevante na instrução e formação cívica e cristã.

6- Foi sugerido que as Universidades públicas e a Universidade Católica incentivassem a realização de trabalhos de investigação para aferir o papel dos antigos alunos na cultura em geral e, sobretudo na literatura, música, história e acção social.

7 - Foram dados contributos para definir os modelos de Seminário que dêem resposta à necessidade de formar sacerdotes com uma nova cultura de vocação, realmente missionários e evangelizadores, preparados para, nesta cultura pós moderna, se reencontrarem consigo mesmos e se abrirem ao seu semelhante e ao Amor de Deus.

8 – Na sociedade fragmentada, sem consensos éticos básicos, minada pela cultura do vazio de ideais e de valores, os Seminários devem ser escolas onde se aprende com rigor e profundidade, com vista a poder servir com dedicação, perseverança e mostrar os valores do humanismo cristão.

9 - Neste Congresso fizemos memória das nossas origens e identidade para nos apoiarmos naquilo que vivemos e podermos continuar a avançar com esperança.Fátima, lugar onde nos reunimos, aproximou-nos do Beato Francisco Marto e de N.ª S.ª do Rosário, faróis de esperança.

10 – O Seminário proporcionou-nos formação sólida e aptidões em muitas áreas do saber. Comparável a um ‘sistema operativo’ informático que activa muitas ferramentas. Marca quem por lá passou e ajuda a ‘estar em rede’.Esta preparação deu-nos competências em variados contextos profissionais e sociais: capacidade de cultivar o pensamento, expressar opiniões e de viver em grupo.

11 – A missão de ser fermento implica ser activo, comprometido, formação cuidada e espírito de iniciativa.

12 – A vocação é a razão sublime que nos leva à união com Deus. Redescobre-se todos os dias, com ânimo e perseverança. Realiza-se através da busca contínua, da acção atenta ao amor criador de Deus e à vivência da fraternidade universal.

13 - Existe um sentimento generalizado para que seja dada alguma sequência ao Congresso através de acções que se venham a organizar no futuro.

14 – Valores cristãos . . .Vivemos numa sociedade com asssinalável progresso material e tecnológico, mas com aridez espiritual e marcado relativismo ético . . .Quatro aspectos da vivência cristã como fermento nesta socidade:· Conjugar adequadamente o ser e o ter.· Viver, com sentido de serviço, a caridade.· Comprometer-se na exemplaridade.· Ser faróis de esperança.

15 – Foi expresso um voto de congratulação pela canonização do Beato Nuno Álvares Pereira.

16 – Os congressistas manifestaram viva gratidão ao Santuário de Fátima por todo o apoio a este Iº Congresso Nacional de Antigos Alunos dos Seminários.

 

 
_ _ _ _ _ _ _ _
Perspectiva de hoje sobre a função dos Seminários na vida e na missão da Igreja
(Síntese da intervenção do P. Vicente Nieto)

Mais do que perspectivar como serão as coisas, proponho-me oferecer alguns indicadores de rumo para o caminho dos Seminários, isto é, para a formação sacerdotal, restringindo-me aos seminários maiores.

1- Necessidade dos Seminários
A experiência e a referência comunitária – eclesial – é indispensável para formar os padres que a Igreja quer e a sociedade necessita. A família, as escolas públicas oficiais e a comunidade paroquial não reúnem condições formativas integrais, globais e específicas.

2 – Valores formativos prioritários

2.1 Formação humana. Os Seminários deverão formar pessoas humanamente consistentes e com bases culturais sólidas para continuadamente repensar e reformular a fé nas novas situações. A base humana é o fundamento de todo o edifício espiritual, intelectual e pastoral. São objectivos pedagógicos da máxima importância formar pessoas que se conheçam a si mesmas, que se aceitem e auto-estimem, que apreciem e respeitem a dignidade de todas as outras pessoas e capazes de entabular relações de empatia.

2.2 Formação enraizada na vida do Espírito. A “sequela Christi” não deixa de ser vital também para o presbítero. Só os discípulos convictos e ardentes serão pastores zelosos. Não há voz de profeta sem ouvidos de discípulo, nem compromisso missionário autêntico sem espírito contemplativo. Por palavras de Jesus: “Tu amas-me? Apascenta as minhas ovelhas.” (Jo, 21, 15-17).

2.3 Ministério e Missão. Viver o ministério presbiterial corresponde a servir com humildade o Povo de Deus. Os Seminários devem ser escolas onde se aprende o espírito de serviço, servindo em sintonia com o Bom Pastor, Fiel e Misericordioso. O espírito missionário deve chegar também aos que ainda não estão na comunidade eclesial. O espírito de serviço e o espírito missionário estarão sempre presentes na organização interna e disciplinar dos seminários e constituirão um critério fundamental de discernimento vocacional.

2.4 Comunhão entre a Igreja e as comunidades. A Igreja, por identidade fundacional, deve ser sacramento de comunhão trinitária e nela, o padre é agente e cuidador da comunhão na Igreja. Para muitos padres é um grande desafio desfazer a fronteira entre a grande Igreja e as comunidades de cristãos que não comungam alguns dos ensinamentos. Os Seminários devem ser escolas de comunhão. O espírito e a capacidade de gerar comunhão constituirão também critérios básicos de discernimento vocacional.

2.5 Preparação para aprender. Os Seminários administram a formação institucional fundamental inicial mas não toda a formação. Os Seminários formarão se ensinarem a aprender: pelo estudo e pela vida, pelos êxitos e falhas, pela escuta da palavra e pela oração. Os candidatos ao sacerdócio devem ter consciência de que a formação institucional é só o início do percurso de formação e que esta deve continuar fora do seminário, um processo permanente, nunca terminado. A formação contínua dos padres deriva directamente do tipo de formação recebida nos seminários.

2.6 Ministério presbiterial, carisma ao serviço de todos os carismas. O padre deve administrar bem o seu carisma recebido de Deus e pô-lo ao serviço dos outros. A pastoral da Igreja necessita de padres que sejam capazes de descobrir, potenciar e activar carismas e vontades para um trabalho convergente em prol da missão da Igreja no mundo. Os seminários deverão ajudar os futuros padres a descobrir que o seu carisma é um carisma de totalidade ao serviço de todos os carismas e que, para isto, necessita de praticar a virtudes da esperança, humildade, coragem, paciência e alegria.

3. Propedêutico e estágio pastoral

Os seis anos de Seminário Maior, perceptivos pela Ratio Institutionis Formationis Sacerdotalis, configuram o que poderíamos chamar a formação básica, um percurso formativo com distintas etapas. Neste momento, quero insistir na conveniência, para não dizer necessidade, duma etapa prévia ao acesso ao Seminário Maior e de outra, posterior à formação institucional, o estágio pastoral. As pressas não são boas conselheiras nem produzem bons frutos. Se “Roma lenta quia aeterna”, também a formação sacerdotal reclama tempo, “quia sacerdos in aeternum”.

4. Riscos a superar

4.1 Subserviência da formação intelectual dos futuros padres às faculdades de teologia. Risco de a formação teológica e pastoral serem deficientes.

4.2 Minifúndio formativo. O minifúndio formativo expressa-se por carência de alunos e pela deficiência de formadores e professores, situação que dificulta a formação, desencoraja os alunos e os formadores e não proporciona as referências comunitárias suficientes.

Para concluir, refiro os documentos oficiais de Roma e os apelos dos bispos para inverter as tendências espontâneas:
A um menor número de candidatos deverá corresponder uma maior selecção;
A dificuldades maiores, maior vigilância;
A necessidades maiores, mais confiança.

Os Seminários deverão formar padres, homens confiantes em Deus, mediadores entre Deus e os homens, com fé e esperança na Terra Prometido, tal como Moisés, sem lá chegar, mas felizes por tê-la avistado e ter seguido 

Congresso Seminários: da memória à profecia

CONCLUSÕES

1 – Este Congresso teve grande participação e interesse. Conseguiu um êxito assinalável que a todos desafiou e interpelou.

2 – Para os participantes, o resultado mais palpável e imediato, foi o enriquecimento pessoal que proporcionou pelas vivências humanas e espirituais e, sobretudo, pela relação interpessoal.

3 – Muitos antigos alunos dos seminários são detentores de formação e capacidades que poderão contribuir para dar resposta ao desafio premente da nova evangelização.

4 – Mais de 67 mil cidadãos deste país devem a sua formação básica aos Seminários. Através dos Seminários, a Igreja deu um contributo significativo à formação cívica e cristã de muitos jovens.

5 – O Inquérito realizado pela UCP e os numerosos testemunhos apresentados evidenciaram, de modo eloquente, que os Seminários desempenharam um papel relevante na instrução e formação cívica e cristã.

6- Foi sugerido que as Universidades públicas e a Universidade Católica incentivassem a realização de trabalhos de investigação para aferir o papel dos antigos alunos na cultura em geral e, sobretudo na literatura, música, história e acção social.

7 - Foram dados contributos para definir os modelos de Seminário que dêem resposta à necessidade de formar sacerdotes com uma nova cultura de vocação, realmente missionários e evangelizadores, preparados para, nesta cultura pós moderna, se reencontrarem consigo mesmos e se abrirem ao seu semelhante e ao Amor de Deus.

8 – Na sociedade fragmentada, sem consensos éticos básicos, minada pela cultura do vazio de ideais e de valores, os Seminários devem ser escolas onde se aprende com rigor e profundidade, com vista a poder servir com dedicação, perseverança e mostrar os valores do humanismo cristão.

9 - Neste Congresso fizemos memória das nossas origens e identidade para nos apoiarmos naquilo que vivemos e podermos continuar a avançar com esperança.Fátima, lugar onde nos reunimos, aproximou-nos do Beato Francisco Marto e de N.ª S.ª do Rosário, faróis de esperança.

10 – O Seminário proporcionou-nos formação sólida e aptidões em muitas áreas do saber. Comparável a um ‘sistema operativo’ informático que activa muitas ferramentas. Marca quem por lá passou e ajuda a ‘estar em rede’.Esta preparação deu-nos competências em variados contextos profissionais e sociais: capacidade de cultivar o pensamento, expressar opiniões e de viver em grupo.

11 – A missão de ser fermento implica ser activo, comprometido, formação cuidada e espírito de iniciativa.

12 – A vocação é a razão sublime que nos leva à união com Deus. Redescobre-se todos os dias, com ânimo e perseverança. Realiza-se através da busca contínua, da acção atenta ao amor criador de Deus e à vivência da fraternidade universal.

13 - Existe um sentimento generalizado para que seja dada alguma sequência ao Congresso através de acções que se venham a organizar no futuro.

14 – Valores cristãos . . .Vivemos numa sociedade com asssinalável progresso material e tecnológico, mas com aridez espiritual e marcado relativismo ético . . .Quatro aspectos da vivência cristã como fermento nesta socidade:· Conjugar adequadamente o ser e o ter.· Viver, com sentido de serviço, a caridade.· Comprometer-se na exemplaridade.· Ser faróis de esperança.

15 – Foi expresso um voto de congratulação pela canonização do Beato Nuno Álvares Pereira.

16 – Os congressistas manifestaram viva gratidão ao Santuário de Fátima por todo o apoio a este Iº Congresso Nacional de Antigos Alunos dos Seminários.

 


 




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Perspectiva de hoje sobre a função dos Seminários na vida e na missão da Igreja
(Síntese da intervenção do P. Vicente Nieto)

Mais do que perspectivar como serão as coisas, proponho-me oferecer alguns indicadores de rumo para o caminho dos Seminários, isto é, para a formação sacerdotal, restringindo-me aos seminários maiores.

1- Necessidade dos Seminários
A experiência e a referência comunitária – eclesial – é indispensável para formar os padres que a Igreja quer e a sociedade necessita. A família, as escolas públicas oficiais e a comunidade paroquial não reúnem condições formativas integrais, globais e específicas.

2 – Valores formativos prioritários

2.1 Formação humana. Os Seminários deverão formar pessoas humanamente consistentes e com bases culturais sólidas para continuadamente repensar e reformular a fé nas novas situações. A base humana é o fundamento de todo o edifício espiritual, intelectual e pastoral. São objectivos pedagógicos da máxima importância formar pessoas que se conheçam a si mesmas, que se aceitem e auto-estimem, que apreciem e respeitem a dignidade de todas as outras pessoas e capazes de entabular relações de empatia.

2.2 Formação enraizada na vida do Espírito. A “sequela Christi” não deixa de ser vital também para o presbítero. Só os discípulos convictos e ardentes serão pastores zelosos. Não há voz de profeta sem ouvidos de discípulo, nem compromisso missionário autêntico sem espírito contemplativo. Por palavras de Jesus: “Tu amas-me? Apascenta as minhas ovelhas.” (Jo, 21, 15-17).

2.3 Ministério e Missão. Viver o ministério presbiterial corresponde a servir com humildade o Povo de Deus. Os Seminários devem ser escolas onde se aprende o espírito de serviço, servindo em sintonia com o Bom Pastor, Fiel e Misericordioso. O espírito missionário deve chegar também aos que ainda não estão na comunidade eclesial. O espírito de serviço e o espírito missionário estarão sempre presentes na organização interna e disciplinar dos seminários e constituirão um critério fundamental de discernimento vocacional.

2.4 Comunhão entre a Igreja e as comunidades. A Igreja, por identidade fundacional, deve ser sacramento de comunhão trinitária e nela, o padre é agente e cuidador da comunhão na Igreja. Para muitos padres é um grande desafio desfazer a fronteira entre a grande Igreja e as comunidades de cristãos que não comungam alguns dos ensinamentos. Os Seminários devem ser escolas de comunhão. O espírito e a capacidade de gerar comunhão constituirão também critérios básicos de discernimento vocacional.

2.5 Preparação para aprender. Os Seminários administram a formação institucional fundamental inicial mas não toda a formação. Os Seminários formarão se ensinarem a aprender: pelo estudo e pela vida, pelos êxitos e falhas, pela escuta da palavra e pela oração. Os candidatos ao sacerdócio devem ter consciência de que a formação institucional é só o início do percurso de formação e que esta deve continuar fora do seminário, um processo permanente, nunca terminado. A formação contínua dos padres deriva directamente do tipo de formação recebida nos seminários.

2.6 Ministério presbiterial, carisma ao serviço de todos os carismas. O padre deve administrar bem o seu carisma recebido de Deus e pô-lo ao serviço dos outros. A pastoral da Igreja necessita de padres que sejam capazes de descobrir, potenciar e activar carismas e vontades para um trabalho convergente em prol da missão da Igreja no mundo. Os seminários deverão ajudar os futuros padres a descobrir que o seu carisma é um carisma de totalidade ao serviço de todos os carismas e que, para isto, necessita de praticar a virtudes da esperança, humildade, coragem, paciência e alegria.

3. Propedêutico e estágio pastoral

Os seis anos de Seminário Maior, perceptivos pela Ratio Institutionis Formationis Sacerdotalis, configuram o que poderíamos chamar a formação básica, um percurso formativo com distintas etapas. Neste momento, quero insistir na conveniência, para não dizer necessidade, duma etapa prévia ao acesso ao Seminário Maior e de outra, posterior à formação institucional, o estágio pastoral. As pressas não são boas conselheiras nem produzem bons frutos. Se “Roma lenta quia aeterna”, também a formação sacerdotal reclama tempo, “quia sacerdos in aeternum”.

4. Riscos a superar

4.1 Subserviência da formação intelectual dos futuros padres às faculdades de teologia. Risco de a formação teológica e pastoral serem deficientes.

4.2 Minifúndio formativo. O minifúndio formativo expressa-se por carência de alunos e pela deficiência de formadores e professores, situação que dificulta a formação, desencoraja os alunos e os formadores e não proporciona as referências comunitárias suficientes.

Para concluir, refiro os documentos oficiais de Roma e os apelos dos bispos para inverter as tendências espontâneas:
A um menor número de candidatos deverá corresponder uma maior selecção;
A dificuldades maiores, maior vigilância;
A necessidades maiores, mais confiança.

Os Seminários deverão formar padres, homens confiantes em Deus, mediadores entre Deus e os homens, com fé e esperança na Terra Prometido, tal como Moisés, sem lá chegar, mas felizes por tê-la avistado e ter seguido


publicado por animo às 12:36
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